Fios Soltos
Crônica dos Aventureiros
Sessão 1 — Do Batismo ao Escândalo
A invocação de Nyxx destruiu um casebre inteiro com um único golpe. Ele usou todo o seu mana e perdeu o controle. A guilda acreditou na mentira, mas ficou de olho.
O elfo antigo, envolto em sombras, que apareceu na visão de Nyxx ao tocar o grimório — comandando criaturas mortas sob o olhar de Tenebra. AVANÇO (Sessão 4): é o Mestre. O grupo o vislumbrou em pessoa — uma silhueta de cabelos longos e orelha élfica, com uma invocação colossal atrás — e Nyxx reconheceu sua voz na hora. Rosto e nome ainda ocultos.
Nyxx conversou com uma mulher mais velha que reconheceu a visão no grimório. RESOLVIDO (Sessão 3): a mulher era Eloá, auxiliar da biblioteca. Foi encontrada torturada e morta numa gruta na floresta — vítima do captor ligado ao Mestre. Não sobreviveu para revelar o que sabia.
O Chefe da Guilda acreditou na mentira, mas com ceticismo. Quanto tempo levará para descobrir a verdade? E o que fará quando descobrir?
Uma elfa atraente os guiou até o Mestre de Forja e depois se afastou com a confusão. AVANÇO (Sessão 4): Kael a procurou para testemunhar no julgamento de Rodford. Ela não quis se envolver, mas aceitou em troca de um FAVOR que ele agora lhe deve — e respondeu à cantada dele com um tapa antes de sair. Continua sem revelar quem é. Quem é ela, o que sabe, e o que vai cobrar pelo favor?
Já depois de entrar no grupo, Valerius pegou dinheiro emprestado com Gutsen após a primeira vitória. RESOLVIDO: a dívida foi quitada. Não gerou tensão duradoura — fica como registro da relação entre os dois no início da jornada.
Sessão 2 — A Escolta, a Queda e o Novo Nível
Zephyron roubou um mapa da empresa de geologia sem ninguém notar. O que está nele? Por que era importante? Onde está agora?
Na Sessão 2, a deusa Tenebra respondeu ao chamado de Nyxx por poder com uma condenação pessoal: \"Você é fraco\".
As armas que Valerius largou no campo da mineradora durante a batalha contra os zumbis. Não são o seu antigo machado de guerra — são equipamento comum, perdido na confusão.
Nyxx pediu sangue à guilda e depois gritou que não precisava. Comportamento bizarro. O que ele tentava fazer? O que planejava?
Uma porta dourada guardada por estátuas nas minas. O grupo foi dispensado sem chance de investigar. O que está lá dentro? Por que foi protegida?
Nyxx ficou visivelmente apreensivo ao ouvir 'biblioteca'. Por quê? O que ele sabe que os outros não sabem? A próxima missão será perigosa.
Kael foi marcado por Khalmyr, Deus da Justiça, desde o berço — cresceu certo de que a justiça deve se provar pela ação, não pela palavra. ALERTA (Sessão 7): ao tentar usar magia para FORÇAR Ezequias a assinar um testamento contra a própria vontade, foi tomado por uma dor avassaladora e vozes que o impediram de completar o feitiço. AGRAVAMENTO (Sessão 8): ao entrar no tribunal de Yuvalin, consagrado a Khalmyr, Kael passou mal — náuseas só de cruzar a porta da casa do próprio deus, sentado ali como réu. Depois da absolvição, foi sozinho ao templo, orou, e arrancou um dos próprios olhos, oferecendo-o a Khalmyr. Não houve resposta. Nem voz, nem sinal, nem recusa clara: só silêncio. Kael saiu de lá com um olho a menos e exatamente a mesma dúvida com que entrou.
Sessão 3 — A Bibliotecária, o Gelo e o Blefe de Ezequias
Na casa de Eloá, Kael — que se diz Escolhido de Khalmyr, o Deus da Justiça — encontrou um livro raro de magia e religião, de acesso restrito a pouquíssimos, e o tomou para si.
A marca de ligação ativada quando o grupo retirou o corpo de Eloá cumpriu seu papel: foi por ela que o Mestre soube onde encontrá-los, prendendo-os num loop e enviando o Colecionador. RESOLVIDO (instância): o grupo identificou a marca também no Colecionador, desviou os fios de Eloá e quebrou a compulsão, neutralizando este rastreamento específico.
A mecha de cabelo de Eloá que Gutsen guardou era o elo que o Mestre usava para rastrear o grupo. RESOLVIDO: Gutsen percebeu a vigilância durante o loop, e Nyxx invocou uma criatura para desviar os fios em outra direção, despistando o rastreador e ajudando a quebrar a compulsão.
Ao tentar explicar a ligação entre os crimes, sua visão e o dono de seu grimório, Nyxx foi interrompido pela desconfiança do grupo — e Valerius o socou por ter escondido isso desde a biblioteca. A confiança no mago está rachada. Até onde vai o que Nyxx ainda não contou, e o que o grupo fará com ele?
Após derrotarem e capturarem o bando de Zelin, os aventureiros não revistaram os corpos nem os prisioneiros. Que armas, moedas, cartas ou pistas sobre Rodford ficaram para trás no acampamento?
Ao amansar o espectro de gelo, Nyxx conseguiu extrair algo da criatura e Valerius demonstrou interesse em uma arma de gelo. Em que essa essência gélida vai se transformar — uma lâmina encantada, um componente, um foco arcano?
Nyxx não foi com a cara de Ezequias desde o primeiro encontro. O grupo aceitou o plano de forjar o assassinato e expor Rodford, mas Ezequias desconversava sobre recompensa ("dinheiro não é problema"). AVANÇO (Sessão 4): o plano deu certo — Ezequias assumiu a presidência da Guilda e declarou abertamente seus objetivos sobre o aço-rubi e o combate à Tormenta. A "recompensa" nunca veio em ouro: foram honra e a promoção ao nível 4. RESOLVIDO (Sessão 7, com ressalvas): confrontado e coagido a assinar um testamento, Ezequias negou veementemente qualquer corrupção até o último instante — olhou para cada aventureiro, chamou-os pelo nome e jurou que a justiça seria feita, antes de ser decapitado por Jaren. Morreu sem confirmar nem desmentir de forma definitiva a desconfiança de Nyxx; a verdade sobre uma possível agenda oculta — se é que existia — provavelmente morreu com ele.
Com Zelin rendido e o bando capturado, o grupo o levou ao tribunal e arrancou ao menos uma informação útil (talvez não decisiva). RESOLVIDO: com três testemunhas a favor (Bibliotecária, Penellope e a Elfa da Guilda) e uma gameplay memorável no Desafio Dramático, Rodford Vharim foi condenado com apenas uma falha de argumentação.
Nyxx ficou visivelmente apreensivo ao ouvir 'biblioteca'. Por quê? O que ele sabe que os outros não sabem? A próxima missão será perigosa.
O elfo antigo, envolto em sombras, que apareceu na visão de Nyxx ao tocar o grimório — comandando criaturas mortas sob o olhar de Tenebra. AVANÇO (Sessão 4): é o Mestre. O grupo o vislumbrou em pessoa — uma silhueta de cabelos longos e orelha élfica, com uma invocação colossal atrás — e Nyxx reconheceu sua voz na hora. Rosto e nome ainda ocultos.
Nyxx conversou com uma mulher mais velha que reconheceu a visão no grimório. RESOLVIDO (Sessão 3): a mulher era Eloá, auxiliar da biblioteca. Foi encontrada torturada e morta numa gruta na floresta — vítima do captor ligado ao Mestre. Não sobreviveu para revelar o que sabia.
Sessão 4 — O Colecionador e a Queda de Rodford
Durante a barganha, o Colecionador descobriu o grimório de Nyxx — e, ao chegarem ao covil, gritou ao Mestre que havia encontrado "seu antigo grimório", antes de se revelar como mais uma invocação. O Mestre agora sabe que Nyxx carrega o livro que um dia foi seu. O mistério que protegia o grupo acabou: o que ele fará agora que sabe onde está o seu grimório?
Com Zelin rendido e o bando capturado, o grupo o levou ao tribunal e arrancou ao menos uma informação útil (talvez não decisiva). RESOLVIDO: com três testemunhas a favor (Bibliotecária, Penellope e a Elfa da Guilda) e uma gameplay memorável no Desafio Dramático, Rodford Vharim foi condenado com apenas uma falha de argumentação.
A mecha de cabelo de Eloá que Gutsen guardou era o elo que o Mestre usava para rastrear o grupo. RESOLVIDO: Gutsen percebeu a vigilância durante o loop, e Nyxx invocou uma criatura para desviar os fios em outra direção, despistando o rastreador e ajudando a quebrar a compulsão.
A marca de ligação ativada quando o grupo retirou o corpo de Eloá cumpriu seu papel: foi por ela que o Mestre soube onde encontrá-los, prendendo-os num loop e enviando o Colecionador. RESOLVIDO (instância): o grupo identificou a marca também no Colecionador, desviou os fios de Eloá e quebrou a compulsão, neutralizando este rastreamento específico.
Nyxx não foi com a cara de Ezequias desde o primeiro encontro. O grupo aceitou o plano de forjar o assassinato e expor Rodford, mas Ezequias desconversava sobre recompensa ("dinheiro não é problema"). AVANÇO (Sessão 4): o plano deu certo — Ezequias assumiu a presidência da Guilda e declarou abertamente seus objetivos sobre o aço-rubi e o combate à Tormenta. A "recompensa" nunca veio em ouro: foram honra e a promoção ao nível 4. RESOLVIDO (Sessão 7, com ressalvas): confrontado e coagido a assinar um testamento, Ezequias negou veementemente qualquer corrupção até o último instante — olhou para cada aventureiro, chamou-os pelo nome e jurou que a justiça seria feita, antes de ser decapitado por Jaren. Morreu sem confirmar nem desmentir de forma definitiva a desconfiança de Nyxx; a verdade sobre uma possível agenda oculta — se é que existia — provavelmente morreu com ele.
Uma elfa atraente os guiou até o Mestre de Forja e depois se afastou com a confusão. AVANÇO (Sessão 4): Kael a procurou para testemunhar no julgamento de Rodford. Ela não quis se envolver, mas aceitou em troca de um FAVOR que ele agora lhe deve — e respondeu à cantada dele com um tapa antes de sair. Continua sem revelar quem é. Quem é ela, o que sabe, e o que vai cobrar pelo favor?
Valerius perdeu suas armas na batalha contra os zumbis da mineradora — equipamento comum, não o que ele realmente busca. Mas perder uma arma em combate, de novo, reacende nele uma memória antiga que ele mesmo não sabe explicar bem. AVANÇO (Sessão 4): ao interrogar o Colecionador, ouviu que o machado "é uma história que ele já ouviu" — não um objeto qualquer. E, pesquisando na biblioteca, descobriu que sua TERRA NATAL pode guardar tanto respostas sobre o machado e o Coração quanto a recuperação de sua memória. Recuperar o que ficou para trás é um dos motores pessoais dele.
Artefato lendário que, segundo Valerius, poderia devolver suas memórias perdidas como Osteon ou revelar seu verdadeiro destino. REVELADO: o Mestre também o persegue — é um dos artefatos que ele reúne rumo ao seu plano desconhecido. CONFIRMADO EM MESA (Sessão 4): sob interrogatório, o próprio Colecionador admitiu que o Coração é algo buscado pelo Mestre, selando a rota de colisão entre Valerius e seu algoz. Onde está o Coração? O que ele faz de fato? E o que acontece quando os dois chegarem nele ao mesmo tempo?
O elfo antigo, envolto em sombras, que apareceu na visão de Nyxx ao tocar o grimório — comandando criaturas mortas sob o olhar de Tenebra. AVANÇO (Sessão 4): é o Mestre. O grupo o vislumbrou em pessoa — uma silhueta de cabelos longos e orelha élfica, com uma invocação colossal atrás — e Nyxx reconheceu sua voz na hora. Rosto e nome ainda ocultos.
Tenebra, a deusa das trevas e da morte, é o fio que costura os maiores mistérios da crônica. Aparece na visão de origem de Nyxx como a presença colossal acima do Mestre; despreza Nyxx pessoalmente ("Você é fraco"); e o Mestre — necromante élfico que comanda os mortos e ergue invocações descomunais — opera sob sua sombra. AVANÇO (Sessão 4): diante do Mestre e da invocação colossal, Nyxx e Kael oraram a suas divindades opostas — e o pedido de Nyxx a Tenebra, como sempre, foi grande demais para ser atendido. A voz da visão (sob Tenebra) foi reconhecida ao vivo.
O Mestre — necromante élfico sob a sombra de Tenebra — reúne livros mágicos antigos e artefatos rumo a um objetivo ainda desconhecido. AVANÇO (Sessão 4): já tem (ou rastreia) o Livro de Kael, persegue o Coração do Labirinto e agora SABE que seu antigo grimório está com Nyxx. Foi visto apressado, recusando-se a perder tempo ("não tenho tempo para brincadeiras"). O que ele está montando — e por que a pressa?
A tensão entre Kael, Escolhido de Khalmyr (Justiça), e Nyxx, ligado a Tenebra (Trevas e Morte) — dois caminhos opostos no mesmo grupo. AVANÇO (Sessão 4): no auge da fuga do Mestre, os dois oraram lado a lado a suas divindades rivais. No julgamento, Kael curou as ruas em nome de Khalmyr enquanto Nyxx jogava com seu ofício de escriba. E a espada de Kael foi abençoada por Khalmyr em sonho, voltando com a escrita do deus gravada. Até onde esses dois polos coexistem antes de colidir?
Sessão 6 — Duas Vidas por Zhura — e o Despertar de Jaren
O grupo voltou ao Andar 1 sem elemento surpresa (Zhura foi avisada por um mercenário que fugiu). Desta vez a derrotaram definitivamente. RESOLVIDO (Sessão 6): tesouro da Área 6 recuperado, fragmento de chave mágica encontrado na Área 7 (ver fio "A Chave Fragmentada"). O custo foi alto — Valerius e Shimmer morreram no combate.
Sentindo-se inútil ao grupo após quedas em combate, Valerius decidiu remover o próprio coração — o que o mantinha vivo como Osteon — e deixar uma carta de despedida. RESOLVIDO (Sessão 6): nos instantes finais da batalha contra Zhura, cumpriu o plano — removeu o coração (uma pedra flamejante), entregou-o a Nyxx e morreu. O grupo recruta Yhwach para a vaga aberta. Ver fio "O Coração de Valerius" para o que Nyxx fará com o item.
As três partes da chave mágica anã foram reunidas: Andar 1 (Sessão 6), Andar 2 (Sessão 8) e Andar 3 (Sessão 9, Cena 8 — Troll Rubi + Guardião de Rubi). A chave está completa e pronta para abrir o cofre do Andar 4.
Nos últimos instantes de vida, Valerius removeu o próprio coração — uma pedra flamejante que o mantinha vivo como Osteon — e o entregou a Nyxx antes de morrer. O que é esse objeto de verdade, e o que Nyxx fará com ele?
No Andar 2, o grupo encontrou uma sala trancada. Kael sentiu que o que estava dentro era bem e mal ao mesmo tempo. Ladinagem e força falharam, e o mecanismo certo acabou sendo a alavanca escondida no Quarto dos Capangas. RESOLVIDO (Sessão 8): de volta à mina, o grupo enfim entrou. Lá estava o tesouro que Jaren guardava — T$16.000, as economias que ele separara para reconstruir a vida depois da vingança. Junto com o dinheiro, tabuletas de pedra cobertas de runas e desenhos de armaduras, em escrita anã que ninguém do grupo consegue ler. E, por fim, a segunda parte da chave mágica: o que eles tinham vindo buscar.
A invocação de Nyxx atacou a sala de Jaren e seus 3 capangas no Andar 2. Eles revidaram contra a invocação, e o grupo — parado na entrada do corredor — se prepara para avançar. O grupo do quarto ao lado já percebeu a confusão. A sessão terminou com o combate prestes a começar de fato. RESOLVIDO (Sessão 7): o confronto direto nunca aconteceu como esperado. O grupo negociou uma trégua com Jaren e foi buscar Ezequias sob coação mágica de Kael para forçar uma confissão/testamento. Jaren, impaciente, decapitou Ezequias no meio da assinatura, reacendendo o combate. O grupo fugiu da sala, e a armadilha explosiva que Kael havia preparado na porta — somada à chegada de um segundo Gorlogg atraído pelo barulho — matou todos que ficaram para trás: Jaren, o Mago Mercenário e o Humano Matador.
Sessão 7 — O Testamento de Ezequias — e a Queda de Jaren
A invocação de Nyxx atacou a sala de Jaren e seus 3 capangas no Andar 2. Eles revidaram contra a invocação, e o grupo — parado na entrada do corredor — se prepara para avançar. O grupo do quarto ao lado já percebeu a confusão. A sessão terminou com o combate prestes a começar de fato. RESOLVIDO (Sessão 7): o confronto direto nunca aconteceu como esperado. O grupo negociou uma trégua com Jaren e foi buscar Ezequias sob coação mágica de Kael para forçar uma confissão/testamento. Jaren, impaciente, decapitou Ezequias no meio da assinatura, reacendendo o combate. O grupo fugiu da sala, e a armadilha explosiva que Kael havia preparado na porta — somada à chegada de um segundo Gorlogg atraído pelo barulho — matou todos que ficaram para trás: Jaren, o Mago Mercenário e o Humano Matador.
Nyxx não foi com a cara de Ezequias desde o primeiro encontro. O grupo aceitou o plano de forjar o assassinato e expor Rodford, mas Ezequias desconversava sobre recompensa ("dinheiro não é problema"). AVANÇO (Sessão 4): o plano deu certo — Ezequias assumiu a presidência da Guilda e declarou abertamente seus objetivos sobre o aço-rubi e o combate à Tormenta. A "recompensa" nunca veio em ouro: foram honra e a promoção ao nível 4. RESOLVIDO (Sessão 7, com ressalvas): confrontado e coagido a assinar um testamento, Ezequias negou veementemente qualquer corrupção até o último instante — olhou para cada aventureiro, chamou-os pelo nome e jurou que a justiça seria feita, antes de ser decapitado por Jaren. Morreu sem confirmar nem desmentir de forma definitiva a desconfiança de Nyxx; a verdade sobre uma possível agenda oculta — se é que existia — provavelmente morreu com ele.
No Andar 2, o grupo encontrou uma sala trancada. Kael sentiu que o que estava dentro era bem e mal ao mesmo tempo. Ladinagem e força falharam, e o mecanismo certo acabou sendo a alavanca escondida no Quarto dos Capangas. RESOLVIDO (Sessão 8): de volta à mina, o grupo enfim entrou. Lá estava o tesouro que Jaren guardava — T$16.000, as economias que ele separara para reconstruir a vida depois da vingança. Junto com o dinheiro, tabuletas de pedra cobertas de runas e desenhos de armaduras, em escrita anã que ninguém do grupo consegue ler. E, por fim, a segunda parte da chave mágica: o que eles tinham vindo buscar.
Kael foi marcado por Khalmyr, Deus da Justiça, desde o berço — cresceu certo de que a justiça deve se provar pela ação, não pela palavra. ALERTA (Sessão 7): ao tentar usar magia para FORÇAR Ezequias a assinar um testamento contra a própria vontade, foi tomado por uma dor avassaladora e vozes que o impediram de completar o feitiço. AGRAVAMENTO (Sessão 8): ao entrar no tribunal de Yuvalin, consagrado a Khalmyr, Kael passou mal — náuseas só de cruzar a porta da casa do próprio deus, sentado ali como réu. Depois da absolvição, foi sozinho ao templo, orou, e arrancou um dos próprios olhos, oferecendo-o a Khalmyr. Não houve resposta. Nem voz, nem sinal, nem recusa clara: só silêncio. Kael saiu de lá com um olho a menos e exatamente a mesma dúvida com que entrou.
Sob coação, Ezequias assinou um testamento — reescrito por Nyxx nos termos corretos — deixando sua fortuna para o grupo e a liderança da guilda para a Elfa da Guilda. O documento foi entregue junto com o corpo no momento da prisão. RESOLVIDO (Sessão 8): o testamento morreu no tribunal. Sem testemunhas idôneas, sem registro prévio, sem notabilização formal, ele não vale como documento — e, não valendo como documento, também não vale como prova. Foi descartado na frente de todos. Com isso caiu junto a acusação de falsificação: não se falsifica o que nunca teve validade. O grupo se livrou da acusação e perdeu a herança no mesmo golpe, e a Elfa da Guilda nunca chegou a saber que quase herdou a guilda.
Ao entregar o corpo de Ezequias na entrada da cidade, o grupo foi cercado e preso pelo comandante Lucan Veyr — mesmo tendo se entregado de forma cooperativa. RESOLVIDO (Sessão 8): o julgamento aconteceu, e a acusação nunca foi de homicídio. Foram julgados por traição, uso de magia dentro dos limites de Yuvalin e falsificação de documento; toda vez que tentaram falar da morte de Ezequias foram cortados, porque aquilo não constava da acusação. Com Camillo Estêvão conduzindo a defesa, as acusações de magia e falsificação caíram por falta de provas — e o testamento foi descartado por não ter validade legal nenhuma. O julgamento terminou com o próprio Ezequias entrando vivo pela porta lateral e assumindo a condução: o grupo foi absolvido, pagou a multa da liberdade com os jumentos e pôneis registrados em nome de Valérius, e saiu livre. Livre, mas rebaixado: seguem na guilda sem contato direto com Ezequias, reportando a Lucan Veyr, proibidos de usar magia dentro das cidades de Yuvalin e obrigados a sigilo absoluto sobre tudo.
Nos seus últimos instantes, antes de assinar o testamento, Ezequias olhou para cada um dos quatro aventureiros, chamando-os pelo nome, e jurou que o que fizeram com ele não passaria impune — que a justiça seria feita. Segundos depois, foi decapitado por Jaren. ECO (Sessão 8): a promessa voltou. No meio do julgamento, a caneta queimada recuperada na mina foi acionada diante de todos e reproduziu a voz de Ezequias dizendo exatamente aquilo — o nome de cada um deles, um a um, e a justiça que seria feita. A mesma frase, gravada, devolvida a eles como prova num tribunal consagrado ao Deus da Justiça. E então ele entrou pela porta, vivo, para cobrar em pessoa.
Sessão 8 — O Julgamento de Yuvalin e o Olho de Kael
Ao entregar o corpo de Ezequias na entrada da cidade, o grupo foi cercado e preso pelo comandante Lucan Veyr — mesmo tendo se entregado de forma cooperativa. RESOLVIDO (Sessão 8): o julgamento aconteceu, e a acusação nunca foi de homicídio. Foram julgados por traição, uso de magia dentro dos limites de Yuvalin e falsificação de documento; toda vez que tentaram falar da morte de Ezequias foram cortados, porque aquilo não constava da acusação. Com Camillo Estêvão conduzindo a defesa, as acusações de magia e falsificação caíram por falta de provas — e o testamento foi descartado por não ter validade legal nenhuma. O julgamento terminou com o próprio Ezequias entrando vivo pela porta lateral e assumindo a condução: o grupo foi absolvido, pagou a multa da liberdade com os jumentos e pôneis registrados em nome de Valérius, e saiu livre. Livre, mas rebaixado: seguem na guilda sem contato direto com Ezequias, reportando a Lucan Veyr, proibidos de usar magia dentro das cidades de Yuvalin e obrigados a sigilo absoluto sobre tudo.
Sob coação, Ezequias assinou um testamento — reescrito por Nyxx nos termos corretos — deixando sua fortuna para o grupo e a liderança da guilda para a Elfa da Guilda. O documento foi entregue junto com o corpo no momento da prisão. RESOLVIDO (Sessão 8): o testamento morreu no tribunal. Sem testemunhas idôneas, sem registro prévio, sem notabilização formal, ele não vale como documento — e, não valendo como documento, também não vale como prova. Foi descartado na frente de todos. Com isso caiu junto a acusação de falsificação: não se falsifica o que nunca teve validade. O grupo se livrou da acusação e perdeu a herança no mesmo golpe, e a Elfa da Guilda nunca chegou a saber que quase herdou a guilda.
No Andar 2, o grupo encontrou uma sala trancada. Kael sentiu que o que estava dentro era bem e mal ao mesmo tempo. Ladinagem e força falharam, e o mecanismo certo acabou sendo a alavanca escondida no Quarto dos Capangas. RESOLVIDO (Sessão 8): de volta à mina, o grupo enfim entrou. Lá estava o tesouro que Jaren guardava — T$16.000, as economias que ele separara para reconstruir a vida depois da vingança. Junto com o dinheiro, tabuletas de pedra cobertas de runas e desenhos de armaduras, em escrita anã que ninguém do grupo consegue ler. E, por fim, a segunda parte da chave mágica: o que eles tinham vindo buscar.
O grupo viu Jaren decapitar Ezequias na mina. Viu o sangue. Recolheu o corpo e a cabeça com as próprias mãos e entregou os dois na entrada de Yuvalin. Dias depois, no meio do julgamento, Ezequias entrou vivo pela porta lateral do tribunal, assumiu a condução da sessão e negociou com eles as condições da própria clemência. Ninguém na cidade acha isso estranho, porque ninguém na cidade sabe que ele morreu — e os únicos que sabem estão proibidos, sob pena de exclusão e prisão, de falar sobre o assunto. O grupo não tem uma única prova do que viu, e agora trabalha para o homem que enterrou.
Kael foi marcado por Khalmyr, Deus da Justiça, desde o berço — cresceu certo de que a justiça deve se provar pela ação, não pela palavra. ALERTA (Sessão 7): ao tentar usar magia para FORÇAR Ezequias a assinar um testamento contra a própria vontade, foi tomado por uma dor avassaladora e vozes que o impediram de completar o feitiço. AGRAVAMENTO (Sessão 8): ao entrar no tribunal de Yuvalin, consagrado a Khalmyr, Kael passou mal — náuseas só de cruzar a porta da casa do próprio deus, sentado ali como réu. Depois da absolvição, foi sozinho ao templo, orou, e arrancou um dos próprios olhos, oferecendo-o a Khalmyr. Não houve resposta. Nem voz, nem sinal, nem recusa clara: só silêncio. Kael saiu de lá com um olho a menos e exatamente a mesma dúvida com que entrou.
Nos seus últimos instantes, antes de assinar o testamento, Ezequias olhou para cada um dos quatro aventureiros, chamando-os pelo nome, e jurou que o que fizeram com ele não passaria impune — que a justiça seria feita. Segundos depois, foi decapitado por Jaren. ECO (Sessão 8): a promessa voltou. No meio do julgamento, a caneta queimada recuperada na mina foi acionada diante de todos e reproduziu a voz de Ezequias dizendo exatamente aquilo — o nome de cada um deles, um a um, e a justiça que seria feita. A mesma frase, gravada, devolvida a eles como prova num tribunal consagrado ao Deus da Justiça. E então ele entrou pela porta, vivo, para cobrar em pessoa.
Ao voltar ao Andar 2 depois do julgamento, o grupo encontrou a mina limpa: todos os corpos que haviam deixado para trás na explosão — Jaren, seus capangas, a criatura — simplesmente não estão mais lá. Alguém desceu naquele intervalo, recolheu os mortos e foi embora sem deixar explicação. O grupo não foi o primeiro a voltar à mina.
Junto ao tesouro de Jaren, o grupo recolheu tabuletas de pedra cobertas de runas e desenhos de armaduras. Reconhecem a escrita como anã, mas nenhum deles consegue ler uma linha sequer — o conteúdo continua fechado. Estão carregando conhecimento que pode valer muito, sem saber o que é.
O grupo respondeu a carta anônima entregue pela Elfa da Guilda: aceitaram o contato, o que significa que um encontro será marcado. Só depois, na porta do Andar 2, descobriram com quem estavam falando — um bando de mercenários disse em voz alta o nome de quem os pagava, Arkan Velor, e Gutsen ligou o nome às iniciais "A.V." da carta. Ou seja: o homem que os convidou para trabalhar é o mesmo que já tinha gente competindo com eles pela mina, gente que o grupo acabou de matar. Nyxx, que chegou a defender fazer a missão sozinho, tem suas próprias razões para querer esse encontro — desconfia que A.V. seja o antigo dono do seu grimório. O grupo já entendeu que, mais cedo ou mais tarde, vai ter que escolher um lado.
Camillo se ofereceu na cela sem falar em preço e foi decisivo: derrubou duas das três acusações e ajudou o grupo a montar a defesa. O grupo saiu livre por causa dele — e não pagou nada. A cobrança ficou "para depois", sem valor, sem prazo e sem nada escrito.
Enquanto o grupo se dividia pela cidade, Yhwach foi atrás dos arquivos da Guilda dos Mineradores e conseguiu acesso. Mas só ao que está formalmente documentado como missão oficial — tudo que a guilda move por fora simplesmente não aparece no papel. O que exatamente ele foi procurar ali, ele não disse ao grupo.
Lonien pediu ao grupo que encontrasse o irmão desaparecido e o trouxesse de volta. Jaren está morto na mina, e ela continua sem saber de nada — nem que ele morreu, nem que nunca foi refém de ninguém, nem que estava lá embaixo com capangas e bombas para explodir a operação inteira por vingança. Pior: no tribunal, para se defender, o grupo usou o nome dele. A versão oficial que apresentaram é que foram enganados por Jaren.
Sessão 9 — Heredrimm, os Trolls Rubis e o Despertar de K
As três partes da chave mágica anã foram reunidas: Andar 1 (Sessão 6), Andar 2 (Sessão 8) e Andar 3 (Sessão 9, Cena 8 — Troll Rubi + Guardião de Rubi). A chave está completa e pronta para abrir o cofre do Andar 4.
Uma elfa atraente os guiou até o Mestre de Forja e depois se afastou com a confusão. AVANÇO (Sessão 4): Kael a procurou para testemunhar no julgamento de Rodford. Ela não quis se envolver, mas aceitou em troca de um FAVOR que ele agora lhe deve — e respondeu à cantada dele com um tapa antes de sair. Continua sem revelar quem é. Quem é ela, o que sabe, e o que vai cobrar pelo favor?
Yhwach pesquisou sozinho e na surdina, na biblioteca de Yuvalin, como trazer uma alma de volta dos mortos — evitando a Bibliotecária-mor de propósito. Teve um resultado crítico no 3º andar da biblioteca, que formou uma "aura sinistra". Não revelou nada ao grupo.
Presos na Sala do Sol e da Lua (Andar 3), Nyxx e Carlos (Yhwach) oraram aos próprios deuses pedindo ajuda para sair. As orações foram genuínas e foram respondidas.
Numa loja alquímica de Yuvalin, Yhwach examinou uma águia de ouro com os olhos cravejados de rubi, vendida como ligada a "um deus" — teste de Religião (22) confirmou ligação com o Deus Asgui. Preço: T$3.500, sem garantia de funcionamento.
O golem K, aliado recém-desperto de Tallaka, subiu com o grupo até Yuvalin disfarçado como humanoide via magia (nunca esteve na superfície). Ainda não houve a cena de apresentá-lo formalmente a Ezequias, Lucan Veyr ou à Elfa da Guilda.
Na casa de Eloá, Kael — que se diz Escolhido de Khalmyr, o Deus da Justiça — encontrou um livro raro de magia e religião, de acesso restrito a pouquíssimos, e o tomou para si.
Lonien pediu ao grupo que encontrasse o irmão desaparecido e o trouxesse de volta. Jaren está morto na mina, e ela continua sem saber de nada — nem que ele morreu, nem que nunca foi refém de ninguém, nem que estava lá embaixo com capangas e bombas para explodir a operação inteira por vingança. Pior: no tribunal, para se defender, o grupo usou o nome dele. A versão oficial que apresentaram é que foram enganados por Jaren.